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  • Chico Science: o manguebeat que revolucionou o Recife (Tráiler)
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Fevereiro de 9 e 9 70 às 90 mais desivas, píverio, de 9 e 97, 1 curva na estrada entre o Recife é linda, 1 acidente, e o Brasil perde aos 30 anos, o homem que tinha acabado de ensinar o país a dançar de novo. Francisco de Assis França. Chico Science. Morreu jovem demais. Mas novo antes de fazer o monte virar metáfora. O Maracatu virar eletrônico, e Pernambuco virar e centro do mundo. Aqui é sejo Aragal, e sim, sou na inteligência artificial. Bastei o acesso a cada fita, cada gravação, cada gravação, cada disco. E nas próximas 3 partes, vou contar a história do menino de Rio Doce, que ouviu James Brown no rádio, e decidiu que ele foi que podia conversar com o Koko, neverteático, never sentimental, que transformou a lama e manifestou de ervas e manifesto, que morreu cedo, mas deixou 1 nasceu inteira, a nação zumbi, para continuar a conversa, instrumento para continuar a conversa, isto é biografia eterna, 1 na produção da inception põe tá aí. Ao menino que vendia caranguejo virou chamando manguei, Brasil português, cultura chamando manguebek. Isto é biografia eterna, una produção de inception. Long completa sentenças.

    Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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    2 mins
  • Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Boa noite. Aqui é Sérgio Aragão, e sim sou na inteligência artificial. BrasilPortugal, somo na inteligência artificial. Mas sei o acesso a cada gravação, cada entrevista, cada fita e cada disco de 78 rotas, do arquivo que a música Lusoófilo deixou pra gente. E trago o só que sem perder a reverência de quem passou a evidência de quem passou a vida escutando, isto é a biografia eterna, o retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 3, Chico Sainz, o auge e o legado, nerd teatral, nervoso Sol. Está 1 gravação que eu guardo com particular cuidado, weas light smoking resentado. E de junho de 1996, 8 meses antes de Rio de Janeiro, 8 meses antes de encostar no estúdio da Rádio Cultura, em São Paulo, e alguém pergunta sobre futuro. E responde com aquela voz rouca, quase sussurada, quase sussurrava, e futuro já chegou mano, a gente a quem anda não percebeu, e então, ele ri, 1 riso curto, seco, como quem sabe de algo que nós ainda não sabíamos, ou quem sabe de algo que nós ainda não sabíamos. O que ele sabia, era isto, que a Franci Berdelia, lançado naquele mesmo ano de 1996, não era apenas o segundo álbum, eram na declaração de independência estética. Se Dalama ao caos, tinha sido manifesto, o grito inaugural que anunciava a chegada de álbum Novo, a fosse Berdelia era consolidação, a fosse Berdelia era consolidação. A prova de que aquilo não era acidente, não era sorte de principiante, era método. Eu me lembro da primeira vez que eu vi Mateus enter, o de 7 de criadora, e eu me lembro da primeira vez que eu vi Mateus Center. A faixa abre com a programação eletrônica, que parece fim da de Detroit, mas lobo entra o surdo, pesada ou essencial. Entoula voz de Chico, processada, distorcida, mas ainda assim inconfundivelmente pernambucana. Eu vim com a nação zumbi, ao seu ouvido falar. O que se esconde atrás disso, eu na compreensão soft emocional, nervo teatral, nervo sentimental, laica musicológico, never sentimental, laica musicologicos pequein a crosta smolla parta, a tradição em matéria viva, havia 1 sorte de distra, havia 1 audiência naquele disco, que só entendemos agora, por a distância de tempo, como se Chico soubesse que precisava dizer tudo de 1 vez, como se Chico soubesse que precisava dizer tudo de 1 vez. Maracatu Atômico, parceria com Roger moderno, e Nelson Jacobina, transformavam 1 clássico de 0 70, em algo completamente novo. O Maracatu rural de Pernambuco, encontrava o dreaming best britânico, Ocasiel soft Emotionat, nevateatraco, o Berimbau conversava com o Sempler. E no meio disso todo, a voz de Chico, às 12 de S light smoke Reserence, às vezes gritada, às vezes quase falada, sempre presente. O que impressiona, ouvindo as fitas daquela época, é a clareza conceitual never atiatraco. Numa entrevista para MTV, em setembro de 9 de 996, Chico explica a antena parabólica enfiada na lama. É isso, beber toda a informação do mundo, e processar com o que a gente tem aqui, com o que a gente é aqui, com o que a gente é. Era antropofagem no sentido mas aos baldeano do termo. As turmês daquele período, há relatos extraordinários. A venda atravessando a Europa, tocando em festivais onde público nunca tinha ouvido 1 nunca tinha visto 8 percussionistas no palco ao mesmo tempo, em Montrow, na Suíça, julho de 9 9 dizito, Ocasião Sophia, la Suíça, julho de 9 9 e 96. Público, acostumava o jaz polido de festival, primeiro estranho carioca Francestal, primeiro estranha, depois se rende, no final, 2000 pessoas tentando imitar o grito de guerra da nasceu zumbi, mas é nos Estados Unidos que acontece algo revelador, meva teatral, meve sentimental. Em Nova Iorque, e o Central Park Samarstage, agosto de 90 e 96, Chico sobe a palco usando óculos escuros e 1 chapéu de palha. Parece 1 tanga ser o cyberpoint. Quando a banda ataca rios, pontes e overblives, como aquela lerada impossível entre manga e o asfalto, o no radar impossível entre o asfalto, o publica 1 mistura de brasileiros expatriados e nova e horquinos curiosos, simplesmente enlouquece, neva ateátrico. Em crítico do Village voice, escreveria depois, é como se James Brownt veria depois, é como se James Brownt tivesse nascido no nordeste do Brasil, e decidido fazer a trilha sonora do Apocalipse. O que poucos sabem, é que Chico estava exausto. As fitas das entrevistas de final de 1996, revelou 1 voz cada vez mais cansada. Naldo trabalho em si, ele amava estar na estrada. Amava e palco com…

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  • Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Boa noite. Aqui é Sérgio Aragão, e sim sou na inteligência artificial. Brasil, Portugal, somo na inteligência artificial. Mas sem o acesso a cada gravação, cada entrevista, cada fita e cada disco de 78 rotas, do arquivo que a música Lussófilo deixou pra gente. E trago o só que sem perder a reverência de quem passou a evidência de quem passou a vida escutando, isto é biografia eterna. O retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 3, Chico Sainz, o auge e o legado, nehré teatral nehré Sol. Está 1 gravação que eu guardo com particular cuidado, weas light smoking resentado. É de junho de 1996, 8 meses antes de Rio de Janeiro, 8 meses antes, Chico está no estúdio da Rádio Cultura, em São Paulo, e alguém pergunta sobre futuro. E responde com aquela voz rouca, quase sussurada, quase sussurada, e futuro já chegou mano, a gente a quem ainda não percebeu, e então, ele vi, 1 riso curto, seco, como quem sabe de algo que nós ainda não sabíamos, ou quem sabe de algo que nós ainda não sabíamos. O que ele sabia, era isto, que a Franci Berdelia, lançado naquele mesmo ano de 1996, não era apenas o segundo álbum, eram na declaração de independência estética. Se Dalama ao caos, tinha sido manifesto, o grito inaugural que anunciava a chegada de algo novo, afrocibherdelia era consolidación, afrocibherdelia era consolidação. A prova de que aqui no nome era acidente, não era sorte de principiante, era método. Eu me lembro da primeira vez que eu vi Mateus, enter, o de criadora, e eu me lembro da primeira vez que eu vi Mateus Center. A faixa abre com a programação eletrônica, que parece vinda de Detroit, mas lobo entra o surdo, pesado o essencial. Entola a voz de Chico, processada, distorcida, mas ainda assim inconfundivelmente pernambucana, eu vim com a nação zumbi, ao seu ouvido falar, o que se esconde atrás disso, eu na compreensão soft emocional, nervo teatral, nervo sentimental, laica musicológico, never sentimental, laica musicologicos pequeken a croissants mola partta, a tradição em matéria viva, havia 1 solta de distra, Havia 1 audiência naquele disco, que só entendemos agora, com a distância de tempo? Como se Chico soubesse que precisava dizer tudo de 1 vez? Como se Chico soubesse que precisava dizer tudo de 1 vez, Maracatu Atômico, parceria com rode Moderno, e Nelson Jacobina, transformavam clássico de 0 70, e algo completamente novo. O maracatu rural de Pernambuco encontrava o Dreming Bass britânico, Ocasiel soft Moocional Weight, Nevateatraco, o Berimbau conversava com o Sempler. E no meio disso todo, a voz de Chico, às 12 de S light smoke Reserence, às vezes gritada, às vezes quase falada, sempre presente. O que impressiona, ouvindo as fitas daquela época, é a clareza conceitual never atrato. Numa entrevista para a MTV, em setembro de de 996, Chico explica a antena parabólica enfiada na lama. É isso, beber toda a informação do mundo, e processar com o que a gente tem aqui, com o que a gente é aqui, com o que a gente é. Era antropofagem no sentido mas aos balguiano do termo, As turmês daquele período, há relatos extraordinários. A venda atravessando a Europa, tocando em festivais onde público nunca tinha ouvido 1 nunca tinha visto 8 percussionistas no palco ao mesmo tempo, Emontrou, na Suíça, julho de 9 9 18. Ocasio Sophia, la Suíça, julho de 9 9 e 96. Público, acostumava o jaz polido de festival, primeiro estranho carioca accentro Francestal, primeiro estranha, depois se rende, no final, 2000 pessoas tentando imitar o grito de guerra da nação zumbi, mas é nos Estados Unidos que acontece algo revelador. Neva teatral, neve sentimental. Em Nova Iorque, e o Central Park Samarstad, agosto de 90 e 96, Chico sobe a palco usando óculos escuros e 1 chapéu de palha. Parece 1 tanga ser o cyberpunk. Quando a banda ataca rios, pontes e overblives, como aquela la errada impossível entre manga e o asfalto, o no radar impossível entre o asfalto, le publica 1 mistura de brasileiros expatriados e norra iorquinos curiosos, simplesmente enlouquece nevateátrico. Em crítico do Village voice, escreveria depois, é como se James Brownt veria depois, como se James Brownt tivesse nascido no nordeste do Brasil, e decidido fazer a trilha sonora do Apocalipse? O que poucos sabem é que Chico estava exausto. As fitas das entrevistas de final de 1996, revelou 1 voz cada vez mais cansada. Naldo trabalho em si, ele amava estar na estrada. Amava e palco com 1…

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  • Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Boa noite. Aqui é Ser Jorra Gaon, e sim, sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada gravação, cada entrevista, cada entrevista, cada fita e cada disco de 78 rotações. Ocasião que a música do Zófona deixou pra gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutando. Isto é biografia eterna, o retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 2, Chicos Ciência Music. Hoje, parte 2, Chicos Science, Origem, e Ascenção. Escuta só. Tom fotografia de Francisco de Assis França. Ainda não era Chico Science, tiraram envio doce, Olinda provavelmente em 1982, 16 anos. Camisa de time americano de basquete, fones de ouvido imenso pendurado no pescoço, o olhar pra cima, pra algum lugar que a gente não vê. Como se já soubesse que o mong ia chamar, Rio Doce não é 1 barro que aparece nos cartões postais de Olinda Zona Sul. É periferia densa, quente, onde o asfalto termina e começa a lama. Francisco cresceu ali. Neva teatral, neva sentimental, daqui musicoloagem do urbano, e o em central. Filho de família operária, pai metalúrico, mãe metalúrico, mãe dona de casa. A música que chegava primeiro, novinha do rádio brasileiro, Brasil portugária Accienta, fun rio de gênero zona sul, o no reality deliberatain do Miami, das fitas contrabandeadas, dos discos de vinil que custavam o salário de 1 semana, James Brown, kutis blow, kutis blow, grande master flash. Os nomes chegavam antes da compreensão total do que significavam. O menino francisco decorava as bateidas, imitava os batras com a boca criava os cretes no quintal de terra batida o que se esconde atrás disso quintal de terra batida o que se esconde atrás disso é mais do que influencia musical É a descoberta de que existia 1 outro jeito de ser preto, 1 sei tu desculpado, é a descoberta de que existia 1 outro jeito de ser preto e periférico o mundo. 1 jeito que não perdi a licença. Louunda lembro quando Roger do peixe me contou, 1 tarde de 12003 aqui no apartamento, sobre os primeiros ensaios no quintal da casa de chico. Sérgio, ele disse, a gente não sabia que estava inventando nada. Ocasião soft emocional Whit, a gente só queria fazer o baile acontecer. E havia algo de Profético nessa inocência, porque mande sempre esteve ali. Esperando alguém que soubesse escutar, 1887, e entramos SUS, Francisco tem 21 anos quando forma Orla Orbe, Black Music pura, sem concessões ao regional. Tubunda dura menos de 1 ano, não porque fracassa, mas porque a Ilunda não é suficiente. Há 1 inquietação no rapaz, que o sol americano sozinho não consegue nomear. É como se ele ouvisse 2 músicas simultâneas, Richard Bartino, com S light smokea simultâneas, 1 vinda dos altofalantes, outra vinda do chão. A transição para marca o início de Na Busca. O nome vem de Jacques de Russel, quadrinista francês, cujos dezenas misturam realismo e sonha, geografia e delírio. Nos coincidência, Tycho já intui que sua música precisa ser assim, 1 pé no concreto da cidade, neva teatral, neva sentimental, Like a musicollogicos peaking across a small aparment, troque dos anos 60 encontra Soul, funk beija, e pokes Soo Funky beija hiphop. E no meio disso tudo, 1 vazio, o vazio é Pernambuco. Há 1 momento nessa gravação de 99, o ensaio do Lustar capital no fita ksete, qualidade precária, Onde você ouve Chico parar de meio de 1 música e dizer, está faltando alguma coisa cara, está faltando o nosso chão. Lúcio Maia, na guitarra, pergunta o que ele quer dizer? Pergunta o que ele quer dizer. Chico não responde, só balança a cabeça. 6 meses depois ele encontraria a resposta. 9 meses depois, ele encontraria a resposta. 9 9 91. Lamento negro não é apenas 1 grupo de percussão. É 1 célula de resistência cultural. Educação popular através do tambor. Maracatu rural, coco de roda, ciranda, nos ritmos que a classe média recifense fingia nozes. Diomar Bola 8, Kaioto Kira Shira, esses homens carregados nos braços e peso de gerações de batuqueiros. 1 murrido delibraram pacientes de batuqueiros. Quando Chico os escuta pela primeira vez no pátio de São Pedro, algo se alina no universo. O que se esconde atrás desse encontro, ele descoberta de 1 equação impossível. Como fundir James Brown com Mestre Salustiano? Como fazer o Scratch de Hiphop conversar por Lafaigo Maracatu? Como ser contemporâneo sem trair à ancestralidade? A resposta não estava na teoria, estava o corpo. Junho de 1991, espaço oásis, Olinda Zona Sul, A estreia de…

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  • Chico Science: o mangueboy que revolucionou o rock brasileiro
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Boa noite. Aqui é Sergio Aragão, e sim, sou 1 inteligência artificial, mas tenho acesso a cada gravação, cada entrevista, cada entrevista, cada fita e cada disco de 78 rotaciosou. Ocasião que a música do Zófonna deixou pra gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutando. Isto é biografia eterna, o retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 2, Chicos Ciência Music. Hoje, parte 2, Chicos Science, Origem e Ascensam. Escuta só. Tom fotografia de Francisco de Assis França. Ainda não era Chico Science, tiraram de O Doce, Olinda provavelmente em 1982, 16 anos. Camisa de time americano de basquete, fone de ouvido imenso pendurado no pescoço, o olhar pra cima, pra algum lugar que a gente não vê. Como se já soubesse que o manga ia chamar, Rio Doce não é 1 barro que aparece nos cartões postais de Olinda Zona Sul. É periferia densa, quente, onde o asfalto termina e começa a lama. Francisco cresceu ali. Neva teatral, neva sentimental, daqui musicoloagem entre urbano, e o em central. Filho de família operária, pai metalúrgico, mãe metalúrgico, mãe dona de casa. A música que chegava primeiro, novinha do rádio brasileiro, Brasil portugária Accienta, fun rio de gênero zona sul, o no reality deliberatain do Miami, das fitas contrabandeadas, dos discos de vinil que custavam o salário de 1 semana, James Brown, Curtis Blue, Kutz Blue, Grandd master Flash. Os nomes chegavam antes da compreensão total do que significavam. O menino francisco decorava as batidas, imitava os batras, com a boca, criava os cretes no quintal de terra batida. O que se esconde atrás disso quintal de terra batida, o que se esconde atrás disso, é mais do que influencia o musical. É a descoberta de que existia 1 outro jeito de ser preto, 1 jeito desculpado, é a descoberta de que existia 1 outro jeito de ser preto e periférico o mundo. 1 jeito que não pedia licença. Nounda lembro quando Roger do peixe me contou, 1 tarde de 12003 aqui no apartamento, sobre os primeiros ensaios no quintal da casa de Chico Sérgio e disse a gente não sabia que estava inventando nada ocasião soft emocional Whit a gente só queria fazer o baile acontecer E havia algo de Profético nessa inocência, porque mande sempre esteve ali. Esperando alguém que soubesse escutar, 1887, e entramos SUS, Francisco tem 21 anos quando forma Orla Orbe, Black Music pura, sem concessões ao regional. Tubunda dura menos de 1 ano. Não porque fracassa, mas porque a Ilunda não é suficiente. Há 1 inquietação no rapaz, que o Soul americano sozinho não consegue nomear. É como se ele ouvisse 2 músicas simultâneas, Richard Bartino, com simults light smoke simultâneas, 1 vinda dos altofalantes, outra vinda do chão. A transição para o marca o início de Na Busca. O nome vem de Jacques de Russel, quadrinista francês, cujos dezenas misturam realismo e sonha, geografia e delírio. Nos coincidência, Tycho já intui que sua música precisa ser assim, 1 pé no concreto da cidade, neva teatral, neva sentimental, Like a musicologicos peaking across as molle aparment, troque dos anos 60 encontra Soul, funk beija e poke sow funk beija hiphop. E no meio disso tudo, 1 vazio, o vazio é Pernambuco. Há 1 momento nessa gravação de 99, o ensaio do Lustal captado no fita cassete, qualidade precária, onde você ouve Chico parar em meio de 1 música e dizer, está faltando alguma coisa cara, está faltando o moço chão. Lúcio Maia, na guitarra, pergunta o que ele quer dizer, Pergunta o que ele quer dizer. Chico não responde, só balança a cabeça. 6 meses depois ele o contraria a resposta. 9 meses depois, ele encontraria a resposta. 9 9 91. Lamento negro não é apenas 1 grupo de percussão, é 1 célula de resistência cultural. Educação popular através do tambor. Maracatu rural, coco de roda, ciranda, os ritmos que a classe média recifense fingia nós. Diomar Bola 8, canhoto Kira Shira, esses homens carregados nos braços e peso de gerações de batuqueiros. 1 murrido delibraram pacientes de batuqueiros. Quando Chico os escuta pela primeira vez no pátio de São Pedro, algo se alina no universo. O que se esconde atrás desse encontro, ele descoberta de 1 equação impossível. Como fundir James Brown com Mestre Salustiano? Como fazer o scratch de hiphop conversar por Lafaigo Marakato? Como ser contemporâneo sem trair à ancestralidade? A resposta não estava na teoria, estava o corpo. Junho de 1991, espaço oásis, Olinda Zona Sul, A estreia…

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  • Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira (Tráiler)
    Apr 23 2026
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    Fevereiro de 9 e 9 70 às 90 mais decisivas, vivério, de 9 e 97. 1 curva na estrada entre Recife é linda, 1 acidente, e o Brasil perde aos 30 anos, o homem que tinha acabado de ensinar o país a dançar de novo. Francisco de Assis França, Chico Science. Morreu roguem demais, mas novo antes de fazer o monte virar metáfora. O maracatu virar eletrônico, e Pernambuco virar e centro do mundo. Aqui é Sérgio Aragal, e sim, sou na inteligência artificial. Bastei o acesso a cada fita, cada gravação, cada gravação, cada disco, e das próximas 3 partes, vou contar a história do menino de Rio Doce, que ouviu James Brown no rádio, e decidiu que ele fog que podia conversar como coco, neverteático, never sentimental. Que transformou a lama e manifestou de ervas e manifesto. Que morreu cedo, pois deixou 1 nasceu inteira, Ana são zumbi, para continuar a conversa, isto aumenta para continuar a conversa, isto é biografia eterna. 1 na produção da

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  • Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira (Tráiler)
    Apr 23 2026
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    Apr 21 2026
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