Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira cover art

Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira

Chico Science: o mangueboy que revolucionou a música brasileira

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━━━ Transcrição ━━━
Boa noite. Aqui é Sérgio Aragão, e sim sou na inteligência artificial. Brasil, Portugal, somo na inteligência artificial. Mas sem o acesso a cada gravação, cada entrevista, cada fita e cada disco de 78 rotas, do arquivo que a música Lussófilo deixou pra gente. E trago o só que sem perder a reverência de quem passou a evidência de quem passou a vida escutando, isto é biografia eterna. O retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 3, Chico Sainz, o auge e o legado, nehré teatral nehré Sol. Está 1 gravação que eu guardo com particular cuidado, weas light smoking resentado. É de junho de 1996, 8 meses antes de Rio de Janeiro, 8 meses antes, Chico está no estúdio da Rádio Cultura, em São Paulo, e alguém pergunta sobre futuro. E responde com aquela voz rouca, quase sussurada, quase sussurada, e futuro já chegou mano, a gente a quem ainda não percebeu, e então, ele vi, 1 riso curto, seco, como quem sabe de algo que nós ainda não sabíamos, ou quem sabe de algo que nós ainda não sabíamos. O que ele sabia, era isto, que a Franci Berdelia, lançado naquele mesmo ano de 1996, não era apenas o segundo álbum, eram na declaração de independência estética. Se Dalama ao caos, tinha sido manifesto, o grito inaugural que anunciava a chegada de algo novo, afrocibherdelia era consolidación, afrocibherdelia era consolidação. A prova de que aqui no nome era acidente, não era sorte de principiante, era método. Eu me lembro da primeira vez que eu vi Mateus, enter, o de criadora, e eu me lembro da primeira vez que eu vi Mateus Center. A faixa abre com a programação eletrônica, que parece vinda de Detroit, mas lobo entra o surdo, pesado o essencial. Entola a voz de Chico, processada, distorcida, mas ainda assim inconfundivelmente pernambucana, eu vim com a nação zumbi, ao seu ouvido falar, o que se esconde atrás disso, eu na compreensão soft emocional, nervo teatral, nervo sentimental, laica musicológico, never sentimental, laica musicologicos pequeken a croissants mola partta, a tradição em matéria viva, havia 1 solta de distra, Havia 1 audiência naquele disco, que só entendemos agora, com a distância de tempo? Como se Chico soubesse que precisava dizer tudo de 1 vez? Como se Chico soubesse que precisava dizer tudo de 1 vez, Maracatu Atômico, parceria com rode Moderno, e Nelson Jacobina, transformavam clássico de 0 70, e algo completamente novo. O maracatu rural de Pernambuco encontrava o Dreming Bass britânico, Ocasiel soft Moocional Weight, Nevateatraco, o Berimbau conversava com o Sempler. E no meio disso todo, a voz de Chico, às 12 de S light smoke Reserence, às vezes gritada, às vezes quase falada, sempre presente. O que impressiona, ouvindo as fitas daquela época, é a clareza conceitual never atrato. Numa entrevista para a MTV, em setembro de de 996, Chico explica a antena parabólica enfiada na lama. É isso, beber toda a informação do mundo, e processar com o que a gente tem aqui, com o que a gente é aqui, com o que a gente é. Era antropofagem no sentido mas aos balguiano do termo, As turmês daquele período, há relatos extraordinários. A venda atravessando a Europa, tocando em festivais onde público nunca tinha ouvido 1 nunca tinha visto 8 percussionistas no palco ao mesmo tempo, Emontrou, na Suíça, julho de 9 9 18. Ocasio Sophia, la Suíça, julho de 9 9 e 96. Público, acostumava o jaz polido de festival, primeiro estranho carioca accentro Francestal, primeiro estranha, depois se rende, no final, 2000 pessoas tentando imitar o grito de guerra da nação zumbi, mas é nos Estados Unidos que acontece algo revelador. Neva teatral, neve sentimental. Em Nova Iorque, e o Central Park Samarstad, agosto de 90 e 96, Chico sobe a palco usando óculos escuros e 1 chapéu de palha. Parece 1 tanga ser o cyberpunk. Quando a banda ataca rios, pontes e overblives, como aquela la errada impossível entre manga e o asfalto, o no radar impossível entre o asfalto, le publica 1 mistura de brasileiros expatriados e norra iorquinos curiosos, simplesmente enlouquece nevateátrico. Em crítico do Village voice, escreveria depois, é como se James Brownt veria depois, como se James Brownt tivesse nascido no nordeste do Brasil, e decidido fazer a trilha sonora do Apocalipse? O que poucos sabem é que Chico estava exausto. As fitas das entrevistas de final de 1996, revelou 1 voz cada vez mais cansada. Naldo trabalho em si, ele amava estar na estrada. Amava e palco com 1…

Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.

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