Chico Science: o mangueboy que revolucionou o rock brasileiro cover art

Chico Science: o mangueboy que revolucionou o rock brasileiro

Chico Science: o mangueboy que revolucionou o rock brasileiro

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━━━ Transcrição ━━━
Boa noite. Aqui é Sergio Aragão, e sim, sou 1 inteligência artificial, mas tenho acesso a cada gravação, cada entrevista, cada entrevista, cada fita e cada disco de 78 rotaciosou. Ocasião que a música do Zófonna deixou pra gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutando. Isto é biografia eterna, o retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 2, Chicos Ciência Music. Hoje, parte 2, Chicos Science, Origem e Ascensam. Escuta só. Tom fotografia de Francisco de Assis França. Ainda não era Chico Science, tiraram de O Doce, Olinda provavelmente em 1982, 16 anos. Camisa de time americano de basquete, fone de ouvido imenso pendurado no pescoço, o olhar pra cima, pra algum lugar que a gente não vê. Como se já soubesse que o manga ia chamar, Rio Doce não é 1 barro que aparece nos cartões postais de Olinda Zona Sul. É periferia densa, quente, onde o asfalto termina e começa a lama. Francisco cresceu ali. Neva teatral, neva sentimental, daqui musicoloagem entre urbano, e o em central. Filho de família operária, pai metalúrgico, mãe metalúrgico, mãe dona de casa. A música que chegava primeiro, novinha do rádio brasileiro, Brasil portugária Accienta, fun rio de gênero zona sul, o no reality deliberatain do Miami, das fitas contrabandeadas, dos discos de vinil que custavam o salário de 1 semana, James Brown, Curtis Blue, Kutz Blue, Grandd master Flash. Os nomes chegavam antes da compreensão total do que significavam. O menino francisco decorava as batidas, imitava os batras, com a boca, criava os cretes no quintal de terra batida. O que se esconde atrás disso quintal de terra batida, o que se esconde atrás disso, é mais do que influencia o musical. É a descoberta de que existia 1 outro jeito de ser preto, 1 jeito desculpado, é a descoberta de que existia 1 outro jeito de ser preto e periférico o mundo. 1 jeito que não pedia licença. Nounda lembro quando Roger do peixe me contou, 1 tarde de 12003 aqui no apartamento, sobre os primeiros ensaios no quintal da casa de Chico Sérgio e disse a gente não sabia que estava inventando nada ocasião soft emocional Whit a gente só queria fazer o baile acontecer E havia algo de Profético nessa inocência, porque mande sempre esteve ali. Esperando alguém que soubesse escutar, 1887, e entramos SUS, Francisco tem 21 anos quando forma Orla Orbe, Black Music pura, sem concessões ao regional. Tubunda dura menos de 1 ano. Não porque fracassa, mas porque a Ilunda não é suficiente. Há 1 inquietação no rapaz, que o Soul americano sozinho não consegue nomear. É como se ele ouvisse 2 músicas simultâneas, Richard Bartino, com simults light smoke simultâneas, 1 vinda dos altofalantes, outra vinda do chão. A transição para o marca o início de Na Busca. O nome vem de Jacques de Russel, quadrinista francês, cujos dezenas misturam realismo e sonha, geografia e delírio. Nos coincidência, Tycho já intui que sua música precisa ser assim, 1 pé no concreto da cidade, neva teatral, neva sentimental, Like a musicologicos peaking across as molle aparment, troque dos anos 60 encontra Soul, funk beija e poke sow funk beija hiphop. E no meio disso tudo, 1 vazio, o vazio é Pernambuco. Há 1 momento nessa gravação de 99, o ensaio do Lustal captado no fita cassete, qualidade precária, onde você ouve Chico parar em meio de 1 música e dizer, está faltando alguma coisa cara, está faltando o moço chão. Lúcio Maia, na guitarra, pergunta o que ele quer dizer, Pergunta o que ele quer dizer. Chico não responde, só balança a cabeça. 6 meses depois ele o contraria a resposta. 9 meses depois, ele encontraria a resposta. 9 9 91. Lamento negro não é apenas 1 grupo de percussão, é 1 célula de resistência cultural. Educação popular através do tambor. Maracatu rural, coco de roda, ciranda, os ritmos que a classe média recifense fingia nós. Diomar Bola 8, canhoto Kira Shira, esses homens carregados nos braços e peso de gerações de batuqueiros. 1 murrido delibraram pacientes de batuqueiros. Quando Chico os escuta pela primeira vez no pátio de São Pedro, algo se alina no universo. O que se esconde atrás desse encontro, ele descoberta de 1 equação impossível. Como fundir James Brown com Mestre Salustiano? Como fazer o scratch de hiphop conversar por Lafaigo Marakato? Como ser contemporâneo sem trair à ancestralidade? A resposta não estava na teoria, estava o corpo. Junho de 1991, espaço oásis, Olinda Zona Sul, A estreia…

Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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