• Marcelo Tas Biografia Relâmpago - Reinvenção na Era Digital
    Apr 23 2026
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    Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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  • Marcelo Tas: o humorista que virou jornalista investigativo (Parte 3)
    Apr 20 2026
    Escuta com o transcrição completa abaixo.

    ━━━ Transcrição ━━━
    Aqui é Mateus Ribeiro. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo, 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. E sua biografia Relango, o boletim diário, sobre as figuras de mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora a mesma. Marcelo Tas voltou aos holofotes esta semana, ao participar do programa Flávio Rico, onde fez algo que poucos comunicadores da sua geração têm coragem de fazer, diagnosticou em voz alta a crise terminal da televisão aberta brasileira. Não com nostalgia, não com amargura, mas com a precisão cirúrgica de quem me ajudou a construir e a demolir e sem demolir alguns desformatos mais importantes da TV nacional, o que está em jogo aqui é mais do que a trajetória dum apresentador. É a história de que atravessou 3 revoluções da comunicação brasileira, da TV educativa dos anos 80, ao muro político dos anos 2000, e agora a fragmentação digital, sempre chegando antes, sempre saindo na hora assim. E cobre isso de perto durante anos, especialmente quando estava baseado em São Paulo no início dos anos 2010. O era então o programa mais comentado da televisão brasileira. E Tas era sua consciência inquieta, único que parecia entender que aquele formato tinha data de validade. A formação de Marcelo traz 1 mapa das instituições culturas brasileiras em seu momento mais experimental. Teve cultura, quando ainda usava. O núcleo de humor da década de 80 que produziu 1 geração inteira de comunicadores melhorados clipados. O castelo Raten Boom, onde traz aparecia como telekid, 1 figura que, olhando no espectado, já unissava sua obsessão com tecnologia e comunicação como humano. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma, como alguém transita do humor infantil educativo para o jornalismo satírico político sem perder credibilidade, a resposta está na consistência método. Tratou sua audiência, criança ou adulta, como inteligente. Nunca subestimou, nunca simplificou além do necessário. Sei que se marcou 1 ruptura na televisão brasileira. Não apenas pelo formato, importado da Argentina, e verdade, mas para velocidade, qual a irreverência calculada, qual o timing perfeito com o momento político do país? Entre 2008, 2014, e problema definiu como 1 geração inteira consumia notícia política. Itaz estava lá, não como mais barulhento, mas como mais afiado. Depois veio provocações, que chama carinhosamente de provoca composa. 1 programa de entrevistas na TV Cultura que era o antigo show, semplatezza, sem banda, perdidas compreendidas conformidade, apenas 2 pessoas conversando com profundidade. Eratasse apostando que onde havia espaço para a conversa lomba, para silêncio constrangedor, que revela mais que 1000 perguntas rápidas, não é coincidência. A TV Cultura sempre foi laboratório onde a televisão brasileira testava seus limites, e está sempre gravado em torno dessas instituições, públicas ou sem públicas, que tiram margem para experimentar. Quando a São Marchens estreitou, e emigrou, a transição para o digital não foi abrupta. Estáse daqueles comunicadores que entendem mídia como linguagem, não com plataforma. Seu trabalho atual, haveria super normal, produzindo conteúdo para empresas como biomobilidade e CC pode parecer 1 anticlímax para quem não via apenas como cara do CCCA. Mas revela algo mais profundo sobre como a comunicação pública me deu no brasil a série Extreme metrô e entregadores moto e caminhão são documentários corporativos sim mas carrego na mesma obsessão de sempre, como explicar o complexo de forma acessível, como tornar 1 institucional humano?

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  • Marcelo Tas: o humorista que virou jornalista investigativo (Parte 2)
    Apr 20 2026
    Escuta com o transcrição completa abaixo.

    ━━━ Transcrição ━━━
    Aqui é Mateus Ribeiro. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo, 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. E sua biografia reanpago. O boletim diário, sobre as figuras de mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora a mesma. Marcelo Tas voltou aos holofotes esta semana, ao participar do programa Flávio rico onde fez algo que poucos comunicadores da sua geração tem coragem de fazer diagnosticou em voz alta a crise terminal da televisão aberta brasileira Não com nostalgia, não com amargura, mas com a precisão cirúrgica de quem me ajudou a construir e a demolir e sem demolir alguns desformatos mais importantes da TV nacional. O que está em jogo aqui é mais do que a trajetória dum apresentador. É a história da The Wely que atravessou 3 revoluções da comunicação brasileira, da TV educativa dos anos 80, ao muro político dos anos 2000, e agora a fragmentação digital, sempre chegando antes, sempre saindo na hora assim. E cobre isso de perto durante anos, especialmente quando estava baseado em São Paulo no início dos anos 2010. O era então o programa mais comentado da televisão brasileira. E Tas era sua consciência inquieta, único que parecia entender que aquele formato tinha data de validade. A formação de Marcelo Tas é 1 mapa das instituições culturais brasileiras em seu momento mais experimental. Teve cultura, quando ainda usava. O núcleo de humor da década de 80 que produziu 1 geração inteira de comunicadores melhorados clipados. O castelo Raten Boom, onde Trás aparecia como telekid, 1 figura que, olhando do espectado, já uniçava sua obsessão com tecnologia e comunicação como humano. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma, como alguém transita do humor infantil educativo para o jornalismo satírico político sem perder credibilidade, a resposta está na consistência ao método. Tratou sua audiência, criança ou adulta, como inteligente. Nunca subestimou, nunca simplificou além do necessário. Marcou 1 ruptura na televisão brasileira. Não apenas pelo formato, importado da Argentina, eberdaq, Mas para a velocidade, qual é a irreverência calculada, qual no timing perfeito com o momento político do país? Entre 2008, 2014, e problema definiu como 1 geração inteira consumia notícia política. E Tas estava lá, não como mais barulhento, mas como mais afiado. Depois veio provocações, que chama carinhosamente de provoca composa. 1 programa de entrevistas na TV Cultura que era o antiTalk show, sem platezza, sem banda, perdidas compreendidas conformidade, apenas 2 pessoas conversando com profundidade. Eratasse apostando que onde havia espaço para a conversa lomba, para o silêncio constrangedor, que revela mais que 1000 perguntas rápidas, não é coincidência. A TV Cultura sempre foi laboratório onde a televisão brasileira testava seus limites, e está sempre gravado em torno dessas instituições, públicas ou sem repúblicas, que tinham margem para experimentar. Quando essa Margens estreitou, e emigrou, a transição para o digital não foi abrupta. Tas é daqueles comunicadores que entendem mídia como linguagem, não com plataforma seu trabalho atual haveria super normal produzindo conteúdo para empresas como biomobilidade e CCA pode parecer 1 anticlímax para quem não via apenas como cara do mas revela algo mais profundo sobre como a comunicação pública me deu no brasil a série Extreme metrô e entregadores moto e caminhão são documentários corporativos sim mas acarreco na mesma obsessão de sempre, como explicar o complexo de forma acessível, como tornar 1 institucional humano. São perguntas que vivem fazendo desde o telekid. O que estás disse no programa Flávio Rico esta semana, sobre a falta de ousadia nos formatos, a repetição infinita de realidades, a crise criativa de Stream, não é novidade para quem acompanha a sua trajetória. E vim dizendo isso há anos, não como o profeta do Apocalipse, mas como ao bem que entende ciclos institucionais, a história quando se olha bem, tem 1 direção clara.

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  • Marcelo Tas: o humorista que virou jornalista na TV Cultura (Parte 1)
    Apr 20 2026
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    Apr 20 2026
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  • Marcelo Tas Biografia Relâmpago - O Eterno Inquieto
    Apr 18 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Aqui é Mateus Ribeiro. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo, de 7 anos como correspondente pela América Latina, e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. E sua biografia reanpago, o boletim diário, sobre as figuras de mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesma. Marcelo Tras voltou aos holofotes esta semana, ao participar do programa Flávio Rico, onde fez algo que poucos comunicadores da sua geração têm coragem de fazer, diagnosticou em voz alta a crise terminal da televisão aberta brasileira. Não com nostalgia, não com amargura, mas com a precisão cirúrgica de quem me ajudou a construir e a demolir, e sem demolir, alguns desformatos mais importantes da TV nacional, o que está em jogo aqui é mais do que a trajetória dum apresentador. É a história da que atravessou 3 revoluções da comunicação brasileira. Da TV Educativa dos anos 80, ao muro político dos anos 2000, e agora a fragmentação digital, sempre chegando antes, sempre saindo na hora assim. E cobre isso de perto durante anos, especialmente quando estava baseado em São Paulo no início dos anos 2010. O C6T era então o programa mais comentado da televisão brasileira. E Tas era sua consciência inquieta, único que parecia entender que aquele formato tinha data de validade. A formação de Marcelo Tas é 1 mapa das instituições culturais brasileiras em seu momento mais experimental. Teve cultura, quando ainda usava, o núcleo de humor da década de 80 que produziu 1 geração inteira de comunicadores melhorados clipados, o castelo Ratenboom, onde Trás aparecia como telekid, 1 figura que, olhando do expectável, já uniçava sua obsessão com tecnologia e comunicação como humano. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma, como alguém transita do humor infantil educativo para o jornalismo satírico político sem perder credibilidade. A resposta está na consistência método. Tratou sua audiência, criança ou adulta, como inteligente. Nunca subestimou, nunca simplificou além do necessário. Sei que se marcou 1 ruptura na televisão brasileira. Não apenas pelo formato importado da Argentina, eberdade, mas para a velocidade, pela irreverência calculada, para o timing perfeito com o momento político do país. Entre 2008, 2014, e programa definiu como, 1 geração inteira consumia notícia política. Itaz estava lá, não como mais barulhento, mas como mais afiado. Depois veio provocações, que chama carinhosamente de provoca composa. 1 programa de entrevistas na TV Cultura que era o antigo show, sem platezza, sem banda, perdidas compreendidas conformidade, apenas 2 pessoas conversando com profundidade. Era tarde apostando que onde havia espaço para a conversa longa, para o silêncio constrangedor, que revela mais que 1000 perguntas rápidas, não é coincidência. A TV Cultura sempre foi laboratório onde a televisão brasileira testava seus limites, e está sempre gravam tudo em torno dessas instituições, públicas ou sem públicas, que tiram margem para experimentar. Quando essa margem se estreitou, e emigrou, a transição para o digital não foi abrupta. Tas é daqueles comunicadores que entendem mídia como linguagem, não com plataforma. Seu trabalho atual, haveria super normal, produzindo conteúdo para empresas como biomobilidade e CCA, pode parecer 1 anticlímax para que não via apenas como cara do mas revela algo mais profundo sobre como a comunicação pública me deu no brasil a série Extreme metrô e entregadores moto e caminhão são documentários corporativos sim mas carregou na mesma obsessão de sempre como explicar o complexo de forma acessível como tornar 1 institucional humano são perguntas que vêm fazendo desde telekid O que traz disse no programa Flávio Rico esta semana, sobre a falta de usabilidade nos formatos, a repetição infinita de realidades, a crise criativa de Stream, não é novidade para quem acompanha a sua trajetória. E vim dizendo isso há anos, não como o profeta do Apocalipse, mas como ao bem quem tem de ciclos institucionais, a história quando se olha bem, tem 1 direção clara. A televisão brasileira passou durante na fase experimental, anos 80 e 90, para 1 fase de consolidação comercial, anos 12 e os 12 e 10, e agora vive sua fase terminal, as 2 primeiras ondas e pulou do barco antes da terceira. Isso não é oportunismo, é leitura institucional, há também projeto com latervicultura, o pequeno dicionário de…

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