Jão: o cantor que redefiniu o pop brasileiro
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o Tavinho Alencar. E sim, eu sou inno inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. Nome Lusófona. E te trago do isso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitrola do pai, isso é biografia Relâmpago. Hoje, Jao, faz exatamente o ano que o menino de Américo Brasiliense sumiu. D. Dia 12 de abril de 2025. Já o postou no Instagram que ia dar 1 tempo, raspou o cabelo, e desapareceu. Desde então. Silêncio. Nenhum story, nenhum tweet, nenhum nascieno. E sabe o que é mais impressionante cara? E continua com 1.7 de ouvintes mensais e o Spotify. O ano se lançar nada novo. O aparecer. E o Brasil continua ouvindo. Deixa eu te contar 1 coisa que aprendi em 40 anos de jornalismo musical. Quando o artista somem, e o público não vai embora, é porque construiu o álbum maior que hits. Construiu, unolinguagem. E John, esse paulista do interior que chegou cantando sobre ser idiota apaixonado, e criou 1 vocabulário emocional pra 1 geração inteira, a assessoria dele anda recusando propostas milionárias. Milionárias, está. Num país onde a artista faz publi e pasta de dente pra pagar o aluguel, e o moleque diz não. Por quê? Porque ele entendeu 1 coisa que a indústria ainda está tentando processar. Às vezes, a ausência a ausência mais poderosa que existe. Vamos voltar 1 pouco. Antes do sumiço, João tinha acabado de fazer a turnê mais bemsucedida da carreira dele. Super Turner, coalbum super, mais de 70000000 de reais em bilheteria. 2 indicações ao Grammy Latégmo. Estágios lotados de norte a sul, e no auge absoluto, no momento em que qualquer empresário diria, agora é a hora de espremer cada gota dessa laranja. O menino some. Sabe o que disse na carta de despedida? Que estava com ansiedade da onipresença dos artistas. Cara, essa frase devia estar emoldurada no escritório de todo o executivo de gravadora. Onipresença, é isso que a indústria cobra hoje né? Não sei quem que estar em todo o lugar, toda hora, todo o feed. E John olhou para esse disse não, obrigado, vou criar longe dos holofotes, e aqui que a coisa fica fascinante, porque enquanto ele está sumido, o álbum pirata de 2021 foi certificado diamante, diamante. Você sabe quantos artistas brasileiros têm disco de diamante? E o idiota, continua sendo o maior sucesso da carreira dele. A música não parou de tocar só porque o cantor parou de aparecer. Junho do ano passado, o pai dele morreu. Bolhei, Salco, Carlos Alberto Babino, 61 anos, lá em Américo brasileiro, Joe publicou 1 texto agradecendo, o Amae e a irmã, depois sou esse de Noh. Tendo umas fotos dele de fevereiro, março desse ano, andando na rua com barba, cabelo escuro e grande. Muito muda a gente por fora também, ué, mas vamos falar do que realmente importa aqui. Porque já o importa culturalmente hoje, porque o artista que está o ano sem lançar armada, ainda é assunto. Deixa eu te explicar com calma. Primeiro, John lhe definiu que significa ser 1 artista pop brasileiro. Ele pegou a melancolia do rock nacional dos anos 80, misturou com a produção pop contemporânea, e criou 1 coisa que é profundamente brasileira, mas dialoba com o mundo todo. Quando você ouve idiota, você ouve ecos de legião urbana, mas como roupagem que não envergonha ninguém numa playlist global. Segundo, ilegtimou a vulnerabilidade masculina no brasileiro. Num país onde o homem ainda tem vergonha de chorar em público, já o fez fortuna contando sobre ser frágil, soube errar no amor, sobre não saber o que fazer com os próprios sentimentos, e não é pose cara, é sinceridade crua. A geração Zé reconhece a autenticidade a quilômetros de distância, e já nunca tentou ser outra coisa. Terceiro, e isso aqui é revolucionário. Ele falou que você pode dizer não pelo sistema, e sobreviver. Aliás, mais que sobreviver, não esperar. 1 ano sumido, e os números não caíram, as propostas milionárias continuam chegando, o público continua fiel. Isso é poder do amigo, poder de verdade. E tem mais, já o criou 1 modelo de carreira, que a nova geração está observando com muita atenção. Isso a construiu na base sólida, cria 1 obra consistente, estabelece 1 conexão real com o seu público, e depois, você pode escolher seus estamos. Pode sumir, pode voltar, pode criar no seu time. Sem Instagram, sem TikTok, sem a ditadura do algoritmo, sabe quem me lembra, Tim Maia quando sumiu pra fazer a desculpa aceitar racional.…
Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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