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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Mateus Ribeiro. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo, de 7 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. E sua biografia Relango, o boletim diário, sobre as figuras de mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora a mesma. Marcelo Tas voltou aos holofotes esta semana, ao participar do programa Flávio Rico, onde fez algo que poucos comunicadores da sua geração têm coragem de fazer, diagnosticou em voz alta a crise terminal da televisão aberta brasileira. Não com nostalgia, não com amargura, mas com a precisão cirúrgica de quem me ajudou a construir e a demolir, e sem demolir, alguns desformatos mais importantes da TV nacional, o que está em jogo aqui é mais do que a trajetória dum apresentador. É a história da que atravessou 3 revoluções da comunicação brasileira. Da TV Educativa dos anos 80, ao muro político dos anos 2000, e agora a fragmentação digital, sempre chegando antes, sempre saindo na hora assim. E cobre isso de perto durante anos, especialmente quando estava baseado em São Paulo no início dos anos 2010. O C6T era então o programa mais comentado da televisão brasileira. E Tas era sua consciência inquieta, o único que parecia entender que aquele formato tinha data de validade. A formação de Marcelo Tas é 1 mapa das instituições culturais brasileiras em seu momento mais experimental. Teve cultura, quando ainda usava. O núcleo de humor da década de 80 que produziu 1 geração inteira de comunicadores melhorados cripados. O castelo Hotembom, onde Trás aparecia como telekid, 1 figura que, olhando do expectável, já unizava sua obsessão com tecnologia e comunicação como humano. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma, como alguém transita do humor infantil educativo para os jornalismo satíricopolítico sem perder credibilidade. A resposta está na consistência método. Tratou sua audiência, criança ou adulta, como inteligente. Nunca subestimou, nunca simplificou além do necessário. Eu sei que se marcou 1 ruptura na televisão brasileira. Não apenas pelo formato importado da Argentina, é verdade, mas para a velocidade, pela irreverência calculada, qual o timing perfeito com o momento político do país. Entre 2008, 2014, o problema definiu como 1 geração inteira consumia notícia política. Itaz estava lá, não como mais barulhento, mas como mais afiado. Depois veio provocações, que chama carinhosamente de provoca composa. 1 programa de entrevistas na TV Cultura que era o antigo show, sem platezza, sem banda, perdidas compreendidas conformidade, apenas 2 pessoas conversando com profundidade. Era estás apostando que onde havia espaço para a conversa longa, para o silêncio constrangedor, que revela mais que 1000 perguntas rápidas, não é coincidência. A TV Cultura sempre foi laboratório onde a televisão brasileira testava seus limites, e está sempre gravado em torno dessas instituições, públicas ou sem públicas, que tinham margem para experimentar. Quando essa marshretou, e emigrou, a transição para o digital não foi abrupta. Tas é daqueles comunicadores que entendem mídia como linguagem, não com plataforma. Seu trabalho atual, haverá ser super normal, produzindo conteúdo para empresas como biomobilidade e CCER, pode parecer 1 anticlímax para quem não vier apenas como cara do
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